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Versão para computador temporariamente indisponível

SOM E

ESPAÇO

Sobre

Qualquer espaço é um potencial instrumento; o seu formato, os materiais da sua composição ou a sua localização modelam, de uma forma única, qualquer som que nele soe. Por outro lado, existem lugares que “conversam” com o observador, sendo elementos de inspiração reflexa para criação de outras artes.


Partindo destes pressupostos, o projecto Som e Espaço é, desta forma, um desafio criado com diferentes espaços, quer seja pela sua utilização como fonte de inspiração ou como instrumento.


O início deste projecto data de 2017, coincidiu com o com a 7ª edição do festival ZigurFest.


A sua apresentação prévia teve lugar durante os dias do festival. As peças foram apresentadas com recurso a material áudio directamente no espaço. Dada o impacto positivo na comunidade, decidimos alargar / repensar o conceito deste projecto de forma a que possa envolver um número crescente de pessoas, assim como alargar o acesso a esta experiência.


Esta rúbrica do Festival ZigurFest visa a reinterpretação musical de espaços físicos característicos da cidade de lamego, aproximação de diferentes formas de arte, consciencialização do património local e atrair visitantes a diferentes pontos da cidade.


O presente elemento deste projecto, esta web app, é um mapa sonoro da cidade. Através dela, o utilizador pode ter acesso às diferentes composições criadas dentro do projecto. É feito convite à escuta das peças áudio no seu local referente, idealmente com recurso a fones de ouvido. São indicadas as coordenadas dos locais onde se situam as composições do projecto e estas serão desbloqueadas aquando visita do espaço.

Boas escutas!

Projecto

Zigur – Associação Cultural Festival Zigurfest com apoio DGArtes

www.zigurfest.com


Curadoria

Manuel Guimarães

www.manuelguimaraes.com


Textos

António M Silva


Fotografia

Ana Pina e Rui Neves


Conceptualização, Design e Programação

Nor267

www.nor267.com

Como usar

Com a Webapp “Som e Espaço” tem a acesso às peças desenvolvidas pelos compositores para espaços emblemáticos da cidade de Lamego no seu telemóvel.

1

DESCOBRIR OS ESPAÇOS

As instalações artísticas estão disponíveis nos locais que poderá consultar no botão “Espaços”, menu da aplicação e ainda, explorando o botão “Mapa”.
As carregar nos Espaços irá verificar que as páginas encontram-se bloqueadas. Para as desbloquear e ter acesso ao seu conteúdo terá que se deslocar a cada espaço.

LOCALIZAÇÃO

2

As peças dos compositores são desbloqueadas com recurso à geolocalização.
Assim, quando se deslocar aos espaços, acedendo à webapp, os conteúdos são automáticamente disponibilizados.
Aceda ao botão “Mapa” no menu e verfique que instalações tem perto da sua localização.

3

ACEDER À APP

Quando se encontra no espaço deve aceder à app digitalizando o QR CODE presente no local ou acedendo ao seguinte link:
www.someespaco.zigurfest.com
Deve autorizar o acesso à sua localização para que a aplicação funcione corretamente.

ESCUTE

4

Irá receber um alerta automático quando um espaço é desbloqueado. Carregue no botão “Aceder” e escute a peça carregando no símbolo de “play” que lhe irá aparecer na página do espaço.

5

CONTINUE A ESCUTAR

Para poder levar a peça consigo e poder escutar a qualquer momento em qualquer local, carregue no botão “Guardar” que aparece na página do espaço. Sempre que desbloquear uma nova peça, carregue em “Guardar” para que fique disponível no seu perfil. Terá que efetuar o registo na App para ter acesso a esta funcionalidade.

Boas escutas!

Políticas de

Privacidade

Prezamos a sua privacidade e como tal poderá, nesta Política de Privacidade, perceber quais as informações pessoais que recolhemos, tratamos e por que o fazemos e como pode exercer os seus direitos ao abrigo do Regulamento (EU) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho.


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(ii) Análises estatísticas;

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(i) Utilizar os dados exclusivamente para as finalidades previamente definidas;

(ii) Certificar-se de que os dados são tratados unicamente pelos trabalhadores cuja intervenção seja necessária para a prestação do serviço estando os mesmos obrigados ao dever de sigilo e confidencialidade.


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Apoios

APOIOS INSTITUCIONAIS

OUTROS APOIOS

LAMEGO

RECENTRAR

Igreja da Sé

Instalação física presente no espaço entre os dias 25 e 28 de agosto.

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Fonte d'o Lamego

Instalação física no espaço entre 19 setembro e 18 outubro

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Castelo de Lamego

Produção, composição e masterização

Aires

Duração

24’51”

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Cisterna

Produção, composição e masterização

Manuel Guimarães

Poema e guitarra portuguesa

Joana Raposo Gomes

Duração

37’52”

Peça recaptada no espaço.

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Claustros da Sé

Composição, produção e masterização

João M. Santos

Texto e narração

Dr. Jorge Costa

Duração

29’20”

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Igreja do Desterro

Produção, composição e masterização

Pedro Eira

Duração

10’40”

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Museu de Lamego

Produção, composição e masterização

José Miguel Silva

Duração

28’54”

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Museu Diocesano

Produção, composição e masterização

Sebastião Pascal

Duração

14’41”

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Espaços

Desde a primeira edição que percebemos que o ZigurFest podia – e devia – ser mais que um acontecimento efémero confinado às paredes de uma sala. Foi por isso que saímos à rua assim que pudemos: primeiro para ocupar o átrio do Museu de Lamego e depois, de forma cada vez mais definitiva, a Rua da Olaria. Mais recentemente, procurámos chegar a outros pontos da cidade e criámos palcos no Castelo, no Coreto do Jardim da República e na alameda – sempre numa lógica de revitalização e/ou reaproveitamento das infraestruturas já existentes, e de manter uma relação simbiótica com as rotinas quotidianas da cidade nessa altura do ano.


Foi com esta perspetiva que chegamos até ao “som e espaço” que aqui se ouve.

São peças em tantos outros locais como cisterna e torre do castelo, igreja do desterro ou claustros da Sé ; espaços emblemáticos, históricos e/ou com relações afectivas particulares com os compositores; que de certa forma delimitam a geografia do festival e que se transformam assim numa espécie de fronteira sonora do Zigurfest.


Nesta edição de 2020, entre 19 de setembro e 17 de outubro poderão ser escutadas 3 das peças pertencentes a edições anteriores (Cisterna do Castelo, Museu de Lamego e Claustros da Sé Catedral) no respectivo espaço e uma nova peça na fonte do lamego. As restantes peças estão permanentemente disponíveis na presente web app.

Estas composições têm o propósito de funcionar como interpretações audíveis dos espaços referentes, regendo-se pelos princípios da música acusmática. Isto é, música ou elementos sonoros previamente gravados, que abdica da presença do intérprete/compositor durante a sua apresentação, permitindo ao público a estabelecer uma relação com o espaço envolvente sem impedimentos.


Apesar desta ausência de uma componente performativa, a escolha dos músicos e dos espaços não é acidental – muito pelo contrário. De forma a garantir uma relação entre todas as partes, identificámos e desenvolvemos com tempo o binómio espaço-artista, adequando cada um dos espaços ás idiossincrasias sonoras de cada um deles. Desejavelmente, o resultado final deverá ser o mais próximo possível de uma impressão sonora impoluta do espaço onde é apresentada.

Igreja da Sé

Igreja da Sé

ESTA INSTALAÇÃO SONORA ESTARÁ DISPONÍVEL APÓS A CONCLUSÃO DO FESTIVAL ZIGURFEST 2021.

por Francisco Oliveira

Bloqueado

Guardado

Brevemente

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“Ó”, instalação concebida após um período de residência em Lamego, consiste na geração e reprodução multicanal, de uma paisagem sonora, através de técnicas de síntese que partem de gravações realizadas no Orgão da Sé Catedral de Lamego.

Francisco Oliveira

Francisco Oliveira é um artista multi-disciplinar de 24 anos, natural de Santa Maria da Feira, licenciado em Artes Plásticas na FBAUP e mestrando em Multimédia, na área de Design de Som e Música Interativa na FEUP. Está sediado no Porto onde vive e trabalha. A sua prática artística deambula entre a fotografia e o desenho com especial atenção ao som.

Francisco Oliveira é um artista multi-disciplinar de 24 anos, natural de Santa Maria da Feira, licenciado em Artes Plásticas na FBAUP e mestrando em Multimédia, na área de Design de Som e Música Interativa na FEUP. Está sediado no Porto onde vive e trabalha. A sua prática artística deambula entre a fotografia e o desenho com especial atenção ao som.

Ficha Técnica

Instalação física presente no espaço entre os dias 25 e 28 de agosto.

PARA DESBLOQUEAR ESTA INSTALAÇÃO SONORA E TER ACESSO AO CONTEÚDO DESTA PÁGINA TERÁ QUE SE DESLOCAR ATÉ AO LOCAL DA MESMA.

Fonte d'o Lamego

Fonte d'o Lamego

00:00:00

por Filipe Marado

Bloqueado

Guardado

Brevemente

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Foi inicialmente erguida em 1830, no antigo Campo do Tablado (atual Jardim da República) masdevido às obras de alargamento deste jardim, foi apeada em 1923 e erguida no atual local em 1924.

Porém, com os acrescentes laterais e arremates, só ficaria totalmente concluída em 1928. 


O acesso às duas bicas faz-se por amplas escadas laterais, tendo a encimar este grandioso fontanário,uma estátua de um guerreiro armado de alabarda e cujo escudo ostenta as armas da cidade de Lamego.


Fonte:

Município de Lamego

Filipe Marado

Nascido em 1990 em Lamego, mestre em 'ensino de música no ensino básico' pelo IPP, Filipe Marado realiza grande parte do seu trabalho dedicado à região do Douro e à cidade de Lamego.

A formação na área de educação conduziu-o a colaborar na concepção e orientação dos programas de educação artística do serviço educativo do museu do douro (2015). Participou e dirigiu concertos com a comunidade promovidos pela casa da música (2016) e tem, a partir daí, orientado estágios e residências artísticas com músicos e formações musicais de trás-os-montes e alto douro.

O estudo da música tradicional e património imaterial têm movido grande parte do seu trabalho. Destacando-se a direção artística em 'sons do douro' (2014) e no premiado '897km de douro' (2017). Eleito para a direção da associação cultural quintopimperio (2018) tem co-orientado o projeto de recolha, tratamento e promoção do património cultural 'identidades sonoras de lamego'.


Nascido em 1990 em Lamego, mestre em 'ensino de música no ensino básico' pelo IPP, Filipe Marado realiza grande parte do seu trabalho dedicado à região do Douro e à cidade de Lamego.

A formação na área de educação conduziu-o a colaborar na concepção e orientação dos programas de educação artística do serviço educativo do museu do douro (2015). Participou e dirigiu concertos com a comunidade promovidos pela casa da música (2016) e tem, a partir daí, orientado estágios e residências artísticas com músicos e formações musicais de trás-os-montes e alto douro.

O estudo da música tradicional e património imaterial têm movido grande parte do seu trabalho. Destacando-se a direção artística em 'sons do douro' (2014) e no premiado '897km de douro' (2017). Eleito para a direção da associação cultural quintopimperio (2018) tem co-orientado o projeto de recolha, tratamento e promoção do património cultural 'identidades sonoras de lamego'.


Ficha Técnica

Instalação física no espaço entre 19 setembro e 18 outubro

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Castelo de Lamego

Castelo de Lamego

00:00:00

por Aires

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Sobre a antiguidade do Castelo de Lamego, quase todos os autores consultados referem que o castelo “é obra de mouros” e anterior à fundação da nacionalidade. Do primitivo, apenas subsistem a torre de menagem (sec. XII), parte da velha muralha e a cisterna (sec. XIII). A torre de menagem, com cerca de vinte metros de altura, é de planta 9quadrangular e tem nas suas faces frestas de iluminação, algumas alteradas no século XVI para serem transformadas em janelas, por ordem do último conde de Marialva, D. Francisco Coutinho, talvez com o intuito de dar à torre uma função habitacional. Entre 1939 e 1940, quando se celebravam os centenários da Fundação e Restauração da nacionalidade, o castelo foi alvo de restauros, vindo as sineiras e os sinos que existiam no alto da torre a ser retiradas para lhe acrescentarem as ameias.


Fonte:

Município de Lamego

Aires

Noisemaker com uma mão cheia de anos de actividade intensa, Vítor B. Pereira é um dos principais impulsionadores da música noise, ambient e drone em Portugal. Natural da Madeira, onde ainda hoje mantém o essencial Colectivo Casa Amarela, tem-se apresentado de forma regular em Lisboa, Braga e Madeira, onde dá corpo ao seu escapismo que tem sempre alguma fisicalidade. Vamos ouvi-lo em todo o seu esplendor na torre secular do castelo.

Noisemaker com uma mão cheia de anos de actividade intensa, Vítor B. Pereira é um dos principais impulsionadores da música noise, ambient e drone em Portugal. Natural da Madeira, onde ainda hoje mantém o essencial Colectivo Casa Amarela, tem-se apresentado de forma regular em Lisboa, Braga e Madeira, onde dá corpo ao seu escapismo que tem sempre alguma fisicalidade. Vamos ouvi-lo em todo o seu esplendor na torre secular do castelo.

Ficha Técnica

Produção, composição e masterização

Aires

Duração

24’51”

PARA DESBLOQUEAR ESTA INSTALAÇÃO SONORA E TER ACESSO AO CONTEÚDO DESTA PÁGINA TERÁ QUE SE DESLOCAR ATÉ AO LOCAL DA MESMA.

Cisterna

Cisterna

00:00:00

por Manuel Guimarães

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Guardado

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Situada extramuros da praça de armas, é de silharia retangular e abobadada com ogiva nervada sustentada por largas cintas apoiadas em pilares. Com cerca de vinte metros de comprimento e dez de largura, é considerada “um dos melhores exemplares das cisternas dos castelos portugueses”. Em novembro de 2013, a cisterna de Lamego reabriu e voltou a conhecer a luz do dia, após ter sofrido importantes obras de requalificação. Imagens, sons, letras, vivências tradições, passaram a estar disponíveis ao público, num espaço que se assume agora como um centro de memória.


Fonte:

Município de Lamego

“À casa e ao seu conteúdo, ao conforto e ao êxodo, ao regresso e à partida. Nas paredes sólidas que constringem, o cativo ressoa e expande, foge para poder voltar a chegar” - Manuel Guimarães

Manuel Guimarães

Músico nascido em Lamego com atividade prolífera ao longo da última década, ainda que sob vários pseudónimos - primeiro entre o vigor elétrico do rock, mais tarde nos meandros da electrónica mais e menos dançável. Foi perante essas imensas possibilidades da síntese sonora, da composição generativa e da composição electroacústica que abraçou finalmente o nome próprio - um gesto de catarse e rompimento com o passado, que abriu caminho a um percurso onírico, em constante desafio e (auto)-descoberta. Reinventa-se uma vez mais - para nosso gáudio - com a apresentação desta peça no projecto Som e Espaço.

Músico nascido em Lamego com atividade prolífera ao longo da última década, ainda que sob vários pseudónimos - primeiro entre o vigor elétrico do rock, mais tarde nos meandros da electrónica mais e menos dançável. Foi perante essas imensas possibilidades da síntese sonora, da composição generativa e da composição electroacústica que abraçou finalmente o nome próprio - um gesto de catarse e rompimento com o passado, que abriu caminho a um percurso onírico, em constante desafio e (auto)-descoberta. Reinventa-se uma vez mais - para nosso gáudio - com a apresentação desta peça no projecto Som e Espaço.

Ficha Técnica

Produção, composição e masterização

Manuel Guimarães

Poema e guitarra portuguesa

Joana Raposo Gomes

Duração

37’52”

Peça recaptada no espaço.

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Claustros da Sé

Claustros da Sé

00:00:00

por Daily Misconceptions

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Concluído em 1557, os Claustros da Sé apresentam quatro grupos de arcos do período de transição do gótico para o renascimento. Neste espaço, junto à arcaria do lado nascente, existem duas capelas mandadas construir pelo bispo D. Manuel de Noronha, no século XVI, uma de inovação a S.Nicolau e outra a Santo António. Estas capelas apresentam altares de boa talha sendo as paredes laterais da capela de S. Nicolau revestidas de magníficos painéis cerâmicos referentes a S.Nicolau.


Fonte:

Município de Lamego

Daily Misconceptions

Productor com mais de uma década de actividade, Daily Misconceptions é projecto pessoal de João Santos. Radicado em Lisboa depois de uma temporada passada pelo Porto, é um dos compositores mais imaginativos e criativos com que nos cruzámos. Dono de um colorido universo em expansão, parece ser incapaz de fazer música que não irradie luz a cada segundo que passa. Depois de experiências acusmáticas na Casa da Música, por exemplo, estreia-se em Lamego com uma peça dedicada aos Claustros.

Productor com mais de uma década de actividade, Daily Misconceptions é projecto pessoal de João Santos. Radicado em Lisboa depois de uma temporada passada pelo Porto, é um dos compositores mais imaginativos e criativos com que nos cruzámos. Dono de um colorido universo em expansão, parece ser incapaz de fazer música que não irradie luz a cada segundo que passa. Depois de experiências acusmáticas na Casa da Música, por exemplo, estreia-se em Lamego com uma peça dedicada aos Claustros.

Ficha Técnica

Composição, produção e masterização

João M. Santos

Texto e narração

Dr. Jorge Costa

Duração

29’20”

PARA DESBLOQUEAR ESTA INSTALAÇÃO SONORA E TER ACESSO AO CONTEÚDO DESTA PÁGINA TERÁ QUE SE DESLOCAR ATÉ AO LOCAL DA MESMA.

Igreja do Desterro

Igreja do Desterro

00:00:00

por Pedro Eira

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A Igreja do Desterro foi fundada em 1640 por Frei Luís Álvares de Távora, bailio de Leça. O edifício de planta rectangular dispõe-se longitudinalmente, erguendo-se no local onde existia uma pequena ermida, apresentando um modelo de transição entre as linhas maneiristas e o exuberante decorativismo barroco.

Ao centro, rasga-se o portal ladeado por colunas estriadas e encimado por frontão interrompido. Sobre este rasga-se uma janela e o conjunto é rematado por nicho coroado por pináculo.

O espaço interior, de nave única, é coberto por tecto de caixotões de talha policromada onde foram pintadas imagens do hagiológio, estando as paredes forradas com silhares de azulejos. Foram edificados dois altares colaterais em talha dourada, cujo entalhe se prolonga pelo arco triunfal.

Na capela-mor foi colocado ao centro altar de talha com tribuna, e o tecto é coberto por caixotões de madeira pintados. Nas paredes restam vestígios de grandes painéis de pintura mural, parcialmente cobertas por reboco.


Fonte:

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/

Pedro Eira

Produtor nascido em Lamego, Pedro Eira ficou-nos debaixo de olho há um par de anos quando, sob diferentes identidades, foi desvendando as suas pegajosas e orelhudas batidas. Seguindo a mescla de jazz e hip-hop propalada por J. Dilla e continuada por Kaytranada, Macintosh Plus ou Knxwledge, Pedro Eira faz do sampling via SP 404 a sua arma de eleição para arrancar ao ar grooves chillados, ambientes próximos da vaporwave e vinhetas de descontração generalizada. Para dançar na rua, sem vergonha.

Produtor nascido em Lamego, Pedro Eira ficou-nos debaixo de olho há um par de anos quando, sob diferentes identidades, foi desvendando as suas pegajosas e orelhudas batidas. Seguindo a mescla de jazz e hip-hop propalada por J. Dilla e continuada por Kaytranada, Macintosh Plus ou Knxwledge, Pedro Eira faz do sampling via SP 404 a sua arma de eleição para arrancar ao ar grooves chillados, ambientes próximos da vaporwave e vinhetas de descontração generalizada. Para dançar na rua, sem vergonha.

Ficha Técnica

Produção, composição e masterização

Pedro Eira

Duração

10’40”

PARA DESBLOQUEAR ESTA INSTALAÇÃO SONORA E TER ACESSO AO CONTEÚDO DESTA PÁGINA TERÁ QUE SE DESLOCAR ATÉ AO LOCAL DA MESMA.

Museu de Lamego

Museu de Lamego

00:00:00

por José Miguel Silva

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Guardado

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O Museu de Lamego está instalado no antigo Paço Episcopal, mandado reedificar no séc. XVIII pelo bispo D. Manuel de Vasconcelos Pereira em 1917, na sequência da implantação da República e consequente nacionalização dos bens da igreja, o seu espólio foi inicialmente construído pelos objectos já existentes no Paço, complementado com diversos elementos provindos do extinto Convento das Chagas de Lamego, aos quais se somaram o acervo arqueológico da Câmara Municipal e, até aos nossos dias, com o seu permanente enriquecimento através de doações.


Fonte:

Município de Lamego

José Miguel Silva

Criador incansável e natural de Lamego, José Miguel Silva tem vindo a afirmar o seu caminho como um dos mais intrigantes productores nacionais, seja sobre o seu alias perene twistedfreak, seja sob o pseudónimo de investigador sonoro/agitador de corpos Mé Ziguel. Conhecedor hábil de várias expressões musicais - da pop açucarada à electrónica improvisada, do jazz ao hip-hop, flirta sem contenção com o contratempo e o bizarro. Escutemos tudo que nos tem para dizer.

Criador incansável e natural de Lamego, José Miguel Silva tem vindo a afirmar o seu caminho como um dos mais intrigantes productores nacionais, seja sobre o seu alias perene twistedfreak, seja sob o pseudónimo de investigador sonoro/agitador de corpos Mé Ziguel. Conhecedor hábil de várias expressões musicais - da pop açucarada à electrónica improvisada, do jazz ao hip-hop, flirta sem contenção com o contratempo e o bizarro. Escutemos tudo que nos tem para dizer.

Ficha Técnica

Produção, composição e masterização

José Miguel Silva

Duração

28’54”

PARA DESBLOQUEAR ESTA INSTALAÇÃO SONORA E TER ACESSO AO CONTEÚDO DESTA PÁGINA TERÁ QUE SE DESLOCAR ATÉ AO LOCAL DA MESMA.

Museu Diocesano

Museu Diocesano

00:00:00

por Sebastião Pascal

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Guardado

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Museu da Diocese de Lamego, fica situado na casa do Poço. Este, embora tenha sofrido modificações que lhe alteraram a sua traça original, possui duas belíssimas janelas em granito, com elementos de diferentes épocas: o balcão e os enquadramentos pertencem à primitiva traça dos séculos XII- XIII, os arcos e as colunas são do séc. XV.

Sebastião Pascal

Figurativo, constrói ao engano da progressão do tempo, sem história ou passado, nem pretensão de futuro. Ele que é um, ninguém e cem mil.

Figurativo, constrói ao engano da progressão do tempo, sem história ou passado, nem pretensão de futuro. Ele que é um, ninguém e cem mil.

Ficha Técnica

Produção, composição e masterização

Sebastião Pascal

Duração

14’41”

PARA DESBLOQUEAR ESTA INSTALAÇÃO SONORA E TER ACESSO AO CONTEÚDO DESTA PÁGINA TERÁ QUE SE DESLOCAR ATÉ AO LOCAL DA MESMA.